George Soares faz apelo por mais segurança em Assu

Assaltos a residências, estabelecimentos comerciais, inclusive resultando em mortes no município de Assu foram temas do pronunciamento do deputado George Soares (PR) na sessão plenária desta quinta-feira (9). O parlamentar fez um apelo ao Governo do RN para que reforce o policiamento no município, que é polo na região.

“As casas e o comércio estão sendo assaltados praticamente todos os dias. Infelizmente o caos tem aterrorizado a nossa população, que tem vivido dias e noites terríveis. A falta de segurança é um assunto que certamente está abalando os nossos estados e os assuenses estão sofrendo dias e noites de  terror”, alertou o deputado.

George Soares registrou que vem recebendo diariamente relatos dos moradores sobre as ocorrências e reforçou o pedido para que as ações governamentais de reforço à segurança se voltem para o município e região. “Assu tem a maior delegacia da região, é uma cidade polo. Entendemos o momento crítico pelo qual passa o Estado, mas esperamos também uma atenção à cidade e aos queridos conterrâneos”, reforçou o deputado.

George Soares também citou o déficit de policiais, quando o contingente atual é insuficiente para uma cidade com 60 mil habitantes. “Os assuenses estão vivendo dias de terror e é preciso retomar as operações para afugentar e prender esses marginais”, disse.

Em aparte, os deputados Souza Neto (PHS) e Tomba Farias (PSB) também demonstraram sua preocupação com o problema, que é extensivo a outros municípios potiguares. “O que nos preocupa ainda mais é que a Polícia Militar já anunciou que fará um ato em frente à Governadoria. Os policiais irão cruzar os braços com várias reivindicações que precisam ser atendidas”, afirmou Souza Neto. O deputado externou sua preocupação com os índices de violência em Mossoró, que vem registrando quase um homicídio por dia.

Para Tomba Farias, o Governo precisa se esforçar para que a crise política e econômica não agrave ainda mais o sistema prisional. “Há uma violência descontrolada”, disse.